Protesto contra encerramento da <em>Nokia</em>
Milhares de alemães desfilaram no domingo, 10, em Bochum, contra a deslocalização fábrica da Nokia para cidade de Jucu, na Roménia. Durante a noite, os manifestantes empunhando archotes organizaram um gigantesco cordão humano, em sinal protesto contra decisão dos responsáveis do gigante finlandês das telecomunicações.
O encerramento da unidade, previsto para o primeiro semestre deste ano, irá extinguir mais de 2300 empregos directos e vários milhares de postos de trabalho em empresas subcontratadas e de fornecedores.
O estado federal da Renânia do Norte-Vestefália já condenou a multinacional e exigiu o reembolso de cerca de 41 milhões de euros de fundos públicos atribuídos para a implantação do grupo.
A Nokia recebeu 17 milhões de euros em 1998 e mais 24 milhões no ano seguinte a título de apoios do estado regional parta a criação de postos de trabalho. As autoridades reclamam a devolução destas verbas, alegando que o fabricante tem vindo a reduzir o número de empregos desde 2002.
Por seu lado, a multinacional defende-se, afirmando que a subida de impostos e encargos superaram o montante das subvenções. Em comunicado, declara que «não só a Nokia honrou a sua parte do contrato como ainda fez mais».
Opinião diferente têm os trabalhadores da última fábrica de telemóveis da Alemanha que serão lançados no desemprego devido a uma deslocalização motivada exclusivamente pelos os custos de mão-de-obra mais reduzidos da Roménia.
O encerramento da unidade, previsto para o primeiro semestre deste ano, irá extinguir mais de 2300 empregos directos e vários milhares de postos de trabalho em empresas subcontratadas e de fornecedores.
O estado federal da Renânia do Norte-Vestefália já condenou a multinacional e exigiu o reembolso de cerca de 41 milhões de euros de fundos públicos atribuídos para a implantação do grupo.
A Nokia recebeu 17 milhões de euros em 1998 e mais 24 milhões no ano seguinte a título de apoios do estado regional parta a criação de postos de trabalho. As autoridades reclamam a devolução destas verbas, alegando que o fabricante tem vindo a reduzir o número de empregos desde 2002.
Por seu lado, a multinacional defende-se, afirmando que a subida de impostos e encargos superaram o montante das subvenções. Em comunicado, declara que «não só a Nokia honrou a sua parte do contrato como ainda fez mais».
Opinião diferente têm os trabalhadores da última fábrica de telemóveis da Alemanha que serão lançados no desemprego devido a uma deslocalização motivada exclusivamente pelos os custos de mão-de-obra mais reduzidos da Roménia.